SAFI: UM MÊS DE PRISÃO PARA OUTRO “MI NAIMA” QUE QUESTIONOU A EXISTÊNCIA DE 19 ANOS

Quiosque360. Uma mulher, que publicou um vídeo a negar a existência de Covid-19, foi condenada a um mês de prisão pelo Tribunal de Magistrados de Safi. A sentença teria sido mais severa se o Tribunal tivesse tido em conta outras acusações graves que foram responsabilizadas.

O Tribunal de Magistrados de Safi condenou na segunda-feira uma mulher, na casa dos 50 anos, a um mês de prisão por ter transmitido um vídeo no qual nega a existência do coronavírus. O diário Al Massae relata, na sua edição de quarta-feira, 29 de julho, que o procurador do rei deteve o arguido em prisão preventiva após a sua detenção pela Polícia Judiciária. No vídeo ofensivo, o entrevistado deu informações falsas sobre o vírus Covid-19, enquanto insultava as autoridades.

A procuradoria a processou com acusações graves: incitar a desobedecer a ordens e decisões por parte das autoridades públicas, insultar funcionários públicos e ameaçar matá-la. Mas os juízes provavelmente concederam as suas circunstâncias exturáveis, tendo certamente sentido que ela não tinha medido a seriedade das suas observações.

O diário Al Massae recorda que a DGSN confirmou em comunicado que os seus serviços reagiram rapidamente ao vídeo que circulava nas redes sociais. O suspeito, acrescenta a DGSN, fez comentários ofensivos contra as autoridades públicas no vídeo, alegando que não tinham sido registados em Safi casos positivos.

As investigações da polícia ajudaram a identificar e localizar o suspeito antes de ser preso. O réu foi detido na sequência da investigação ordenada pelo promotor do rei no Tribunal de Magistrados de Safi. Uma investigação identificou as circunstâncias da divulgação deste vídeo, que compromete a segurança dos cidadãos e da ordem pública.

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